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Docentes de Desporto do ISCE Douro publicam novo artigo

Os docentes do Departamento de Desporto do ISCE Douro, Prof. Doutor Pedro Forte, Prof. Doutor Jorge E. Morais e Prof. Ricardo Silveira, acabam de publicar o artigo científico, “The Aerodynamics and Energy Cost Assessment of an Able-Bodied Cyclist and Amputated Models by Computer Fluid Dynamics”.

O artigo da autoria dos docentes do ISCE Douro em parceria com outros investigadores nacionais teve como objetivo analisar o arrasto e o custo energético de um ciclista normal e de modelos com amputação transradial e transtibial através da dinâmica computacional de fluidos.

Resumo:

O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar o arrasto e custo energético de três ciclistas avaliados pela dinâmica dos fluidos computacional (CFD) e procedimentos analíticos. Modelos de ciclistas com amputação transradial (Tr) e transtibial (Tt) foram comparados com um ciclista de corpo inteiro em diferentes velocidades. Um ciclista de elite do sexo masculino com 65 kg de massa e 1,72 m de altura ofereceu-se para este estudo com suas roupas de competição, capacete e bicicleta com 5 kg de massa. Um modelo 3D da bicicleta e do ciclista na posição vertical foi obtido para simulações numéricas. Depois disso, mais dois modelos foram criados, simulando atletas desarticulados no cotovelo e no joelho. Simulações numéricas por dinâmica computacional de fluidos e modelos analíticos foram usados para avaliar o custo energético e o arrasto, respectivamente. A One-way ANOVA não apresentou diferenças significativas entre os ciclistas para o arrasto (F = 0,041; p = 0,960; η2 = 0,002) e custo energético (F = 0,42; p = 0,908; η2 = 0,002). A regressão linear apresentou um ajuste muito alto para os valores absolutos de arrasto entre o corpo inteiro e Tr (R2 = 1.000; Ra2 = 1.000; SE = 0,200) e Tt (R2 = 1,00; Ra2 = 1.000; SE = 0,160). A regressão linear para custo energético apresentou um ajuste muito alto para valores absolutos entre corpo inteiro e Tr (R2 = 1.000; Ra2 = 1.000; SE = 0,570) e Tt (R2 = 1,00; Ra2 = 1,00; SE = 0,778). Este estudo sugere que o custo energético e o arrasto foram menores no sujeito de corpo inteiro, seguidos pelos ciclistas Tr e Tt.

Esta é mais uma evidência da investigação em curso no NIDEF, do ISCE Douro.

Disponível para download em  https://www.mdpi.com/1010-660X/56/5/241

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