Notícia16 de abril de 2026

ISCE Douro dinamiza "A História que Não se Vê"

Iniciativa acontece no âmbito do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância e Juventude

No âmbito do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância e Juventude, o ISCE Douro dinamiza até finaL do mês a iniciativa "A História que Não se Vê", um projeto pedagógico e interdisciplinar que pretende dar visibilidade a formas muitas vezes ocultas de violência sobre crianças e jovens.

A atividade envolve estudantes do 1.º ano da Licenciatura em Educação Social do nosso Instituto, que, ao longo do ano letivo, têm vindo a desenvolver diferentes etapas do projeto: no primeiro semestre, no âmbito da unidade curricular de Técnicas de Expressão e Comunicação, orientados pelas docentes Célia Novais e Rita Estrada, os estudantes criaram guiões centrados em situações "invisíveis" de maus-tratos. Por sua vez e já no segundo semestre, esses guiões estão a ganhar vida através da produção de curtas-metragens, no contexto da unidade curricular de Seminário Interdisciplinar de Expressões em Contexto de Educação Social, sob orientação das docentes Maria do Carmo e Joana Ribeiro, contando ainda com a colaboração de estudantes do Departamento de Artes, Tecnologias e Multimédia do nosso Insituto.

Paralelamente, os guiões serão divulgados nas redes sociais, onde estarão sujeitos a votação pública, permitindo o envolvimento da comunidade académica e externa. O trabalho mais votado será destacado, sendo a respetiva curta-metragem apresentada numa exposição interativa, a realizar na entrada das instalações do ISCE Douro durante o próximo mês.

Com esta iniciativa, pretende-se sensibilizar para a problemática dos maus-tratos na infância e juventude, promover a reflexão crítica e incentivar o desenvolvimento de competências de escrita, criatividade e comunicação. O projeto visa ainda reforçar o trabalho colaborativo e interdisciplinar, bem como valorizar a produção estudantil com impacto socioeducativo.

A iniciativa destina-se à comunidade académica e ao público em geral, esperando-se que contribua para uma maior consciencialização sobre a importância da prevenção e do combate aos maus-tratos, através da arte e da comunicação.

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